Criado para aliviar a situação das famílias que perderam a renda durante a pandemia do COVID-19 e também para movimentar o setor econômico, o auxílio emergencial atualmente tem data marcada para terminar: 31 de dezembro deste ano. Mas, com a volta de restrições de algumas atividades econômicas por causa de novos casos da doença, o governo estuda a possibilidade de prorrogar o benefício por mais alguns meses.

Como estender o pagamento do benefício sem furar o teto de gastos? É a dúvida da equipe econômica. O benefício já foi prorrogado por duas vezes este ano.

Paulo Guedes, ministro da Economia, trabalha para barrar a prorrogação porque argumenta que não há dinheiro para continuar gastando com o auxílio.

Na terça-feira (25/11/2020), o presidente Jair Bolsonaro deixou uma brecha indicando que há possibilidade da prorrogação do auxílio, mas ainda não tem nada comfirmado, pelo menos por enquanto.

José Carlos Bergamin, diretor da Federação do Comércio, (Fecomércio-ES), frisou que a manutenção do auxílio por mais alguns meses é importante, no entanto, a seleção deveria ser feita com mais cautela.

 “O governo precisa ser mais eficiente para selecionar de fato quem precisa, porque senão a economia se desorganiza e pode gerar inflação, é necessário alcançar quem está realmente em dificuldade”, disse José Carlos Bergamin.

Já os empresários, defendem a suspensão do contrato, redução de carga horária e salário proporcional. Os empresários também são a favor da prorrogação do pagamento do auxílio emergencial para quem precisa, assim a economia continue a fluir.


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